A Ação do Governador Civil José Silvestre Ribeiro, Vista pelos Estrangeiros que Visitaram a Madeira: A Preocupação com os Forasteiros

Autores

  • Susana Caldeira

Resumo

Após a leitura e análise de três obras, duas (1849 e 1850) da autoria de Sérvulo Drummond de Menezes e uma outra (1852) – que lhe dá continuação – da autoria de António Jacinto de Freitas, sobre o desempenho de José Silvestre Ribeiro (1807-1891) enquanto governador civil do arquipélago da Madeira (1846-1852), surgiu a curiosidade de perceber o que é que os tantos estrangeiros que escreveram sobre a Madeira teriam achado do estado da ilha e das realizações levadas a cabo por este governador durante a sua administração. Sabendo que os seis anos de poder do governador civil José Silvestre Ribeiro foram de grandes medidas e sucessos, não nos quisemos cingir apenas à pesquisa sobre a literatura estrangeira que nos dá uma visão generalizada sobre um olhar de fora, mas tentámos também investigar, numa espécie de análise comparatista, o que era escrito nos periódicos da época e que, de alguma forma, revelava o pensamento moral e político da sociedade madeirense de então. Neste artigo, em particular, dissertaremos sobre a ação direta do governador no que dizia respeito à impressão que ele queria deixar aos estrangeiros que nos visitavam.

Palavras-chave: José Silvestre Ribeiro; Governador Civil; Madeira; Estrangeiros.

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Publicado

2026-06-26

Edição

Secção

Estudos / Ensaios